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Conceituais e Funcionais Medalhas ParalÃmpicas Rio 2016
6:29 AMAndy Rodriguez
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Sacramento Kings Relê seu Passado Projetando sua Nova Identidade
7:00 AMAndy RodriguezE ocorre mais um rebrand na NBA. A novidade foi trazida pelo Sacramento Kings, que relê o seu passado, de quando a franquia aportou na atual sede na capital californiana, construindo sua nova identidade visual em gráficos e valores que ressaltam suas raÃzes em Sacramento.
Rolou um burburinho há tempos atrás de que o time sairia de Sacramento, da existência de cidades interessadas em receber a franquia. Entretanto nada disso aconteceu, os Kings permaneceram e o fato fez a necessidade de um gesto para fortalecer as relações com a comunidade, algo bem corriqueiro nos esportes made in USA.
O primeiro foi o anúncio de um novo ginásio, o Golden 1 Center, prontinho para jogos a partir da temporada 2016-17. O segundo é a elaboração, construção e apresentação de uma repaginada identidade visual, que além de trazer o habitual frescor da novidade é uma estratégia de reforço mais presença da marca. Absolutamente necessário, pois os Kings não são atualmente uma das franquias mais lembradas na liga.
Conduzido pela RARE Design, o projeto fora essencialmente inspirado em antigos elementos. O novo logotipo principal é uma releitura de 1985, que é a junção entre uma coroa estilizada e uma metade de bola de basquete, respectivamente nas cores vermelho e azul, contendo duas famÃlias tipográficas ao estilo modernas para as nomenclaturas. Detalhe que o logo dos anos 80 é uma adaptação do projeto de 1975, quando os Kings eram sediados em Kansas City.
A versão 2016 opta pelas cores lilás e cinza (presentes na identidade anterior), uma famÃlia tipográfica com estilo mais ao square, com curvas em algumas extremidades de caracteres. E na questão mais visÃvel, a modernização e readequação na forma da coroa e da bola, cada uma cedendo espaço para a palavra "Kings" se destacar. "Sacramento" saiu do topo para aparecer dentro da coroa.
Curioso que o material mais novo é um mix do que se tem de melhor entre os logos da década de 80 e 90. Esse último é até coerente, possuindo itens corretos como a própria coroa e sabres, contudo sua forma é pesada e difÃcil de se gravar na mente. Chegamos a 2016 com a nova identidade sendo um fator para o sucesso no futuro, com ela trazendo outras novidades.
Novidades essas bem caprichadas nos logos alternativos, brindando ao projeto a figura do leão, clássico Ãcone de realeza. Tem também a versão simplificada do logo original, onde aparecem as iniciais SAC. Parte de um dos novos uniformes com o SAC já foi divulgada e rapidamente a identidade visual ganhou vida e aplicações, como você pode observar a seguir.
Rolou um burburinho há tempos atrás de que o time sairia de Sacramento, da existência de cidades interessadas em receber a franquia. Entretanto nada disso aconteceu, os Kings permaneceram e o fato fez a necessidade de um gesto para fortalecer as relações com a comunidade, algo bem corriqueiro nos esportes made in USA.
O primeiro foi o anúncio de um novo ginásio, o Golden 1 Center, prontinho para jogos a partir da temporada 2016-17. O segundo é a elaboração, construção e apresentação de uma repaginada identidade visual, que além de trazer o habitual frescor da novidade é uma estratégia de reforço mais presença da marca. Absolutamente necessário, pois os Kings não são atualmente uma das franquias mais lembradas na liga.
Conduzido pela RARE Design, o projeto fora essencialmente inspirado em antigos elementos. O novo logotipo principal é uma releitura de 1985, que é a junção entre uma coroa estilizada e uma metade de bola de basquete, respectivamente nas cores vermelho e azul, contendo duas famÃlias tipográficas ao estilo modernas para as nomenclaturas. Detalhe que o logo dos anos 80 é uma adaptação do projeto de 1975, quando os Kings eram sediados em Kansas City.
A versão 2016 opta pelas cores lilás e cinza (presentes na identidade anterior), uma famÃlia tipográfica com estilo mais ao square, com curvas em algumas extremidades de caracteres. E na questão mais visÃvel, a modernização e readequação na forma da coroa e da bola, cada uma cedendo espaço para a palavra "Kings" se destacar. "Sacramento" saiu do topo para aparecer dentro da coroa.
Curioso que o material mais novo é um mix do que se tem de melhor entre os logos da década de 80 e 90. Esse último é até coerente, possuindo itens corretos como a própria coroa e sabres, contudo sua forma é pesada e difÃcil de se gravar na mente. Chegamos a 2016 com a nova identidade sendo um fator para o sucesso no futuro, com ela trazendo outras novidades.
Novidades essas bem caprichadas nos logos alternativos, brindando ao projeto a figura do leão, clássico Ãcone de realeza. Tem também a versão simplificada do logo original, onde aparecem as iniciais SAC. Parte de um dos novos uniformes com o SAC já foi divulgada e rapidamente a identidade visual ganhou vida e aplicações, como você pode observar a seguir.
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O Novo Uniforme dos Suns Lembrando o Histórico de Inovações
3:03 PMAndy RodriguezO simpático Phoenix Suns, da NBA, lançou esta semana seu novo kit alternativo predominantemente preto e a partir dele algumas pequenas mudanças nos outros uniformes já vigentes. Também fora lançado o novo design de sua quadra, contendo o slogan da vez "We are PHX".
"Nós somos PHX", traduzindo assim, sendo a última a abreviatura de Phoenix, como é facilmente perceptÃvel. O movimento para mobilizar uma cidade já é praxe nos solos americanos, atualmente mais acentuado ainda e a galera do Arizona não ficaria de fora dessa. O uniforme preto traz na camisa as três letras contornadas pelo branco e neste ponto o conceito lembra a inovação do time lá pela década de 2000 ao ser o primeiro a usar abreviatura da cidade natal. Tempo de boas lembranças, em que os Suns iam longe, capitaneados por um dos melhores jogadores da época, Steve Nash.
Na gola em V, no corpo da camiseta e no calção, há pequenos detalhes em laranja e lilás, sem em nenhum momento esquecer das tradicionais cores dos Suns. O numeral, dentro deste contexto é branco, com contorno laranja. Pelas laterais do calção se percebe a metade de uma bola de basquete, circundada por desenhos em cinza que lembram a asa da mÃtica fênix. Tal ponto é inserido em todos os outros uniformes. Na cintura localiza-se o logo alternativo, uma combinação da bola de basquete incidindo os raios de sol que formam a fênix, e no centro a faixa lilás com a grafia PHX.
O conjunto é limpÃssimo, indo ao encontro da máxima flat design. Outro aspecto conceitual (e fundamental) é que a escolha do preto presta tributo aos anos 1990, nos quais Charles Barkley fez uma era, conduzindo os Suns à s finais e é a época em que se criou o primeiro uniforme alternativo de cor... preta.
A exatos 5 anos dos Jogos OlÃmpicos e ParalÃmpicos Tóquio lança seus logotipos para o maior evento do esporte, pautado de forte conceito e positivos significados. A tarefa de dar cara a esse projeto coube ao premiado designer Kenjiro Kano. As OlimpÃadas logicamente sendo um acontecimento global, necessitam a cada edição de uma identidade que represente a principal mensagem e legado que é integrar nações e suas culturas dentro do esporte.
Antes de destacar o conceito é importante ressaltar a primeira impressão. Que é a do bom equilÃbrio entre formas e cores, o cuidado em cada detalhe, deixando o sÃmbolo ao mesmo tempo conectado e independente entre seus elementos. Zelo esse tÃpico da maneira japonesa de se trabalhar e os logotipos vêm com um toque refinado.
Os logos são irmãos, contudo não são "gêmeos". Na simbologia um é positivo e o outro negativo em relação ao retângulo central. Tal retângulo forma um dos pontos comuns, que é a letra "T". T de Tóquio, T de Team (equipe), T de Tomorrow (amanhã). Como citado, o sÃmbolo olÃmpico necessita ter o dna de integração e ela é presente em cada detalhe. Abaixo o contexto de cada ponto do T:
Tóquio - a cidade anfitriã do evento e o ponto de encontro de atletas do mundo.
Tomorrow - a ambição do evento para construir um futuro melhor e mais conectado para o mundo.
Team - o mundo inteiro une como uma equipe.
Note que além do propósito da união e criar um bom ambiente entre atletas e quem vai acompanhar os jogos tem a palavra "futuro". O famoso legado que a OlimpÃada deixa para a comunidade hospedeira. E claro, em 2020 com os novos adventos a esperança de um mundo conectado da melhor forma.
O retângulo central serve de pilar de sustentação, no logo OlÃmpico ele é em preto, pois esta cor é a mistura de todas (no âmbito impresso), representando a tolerância e a diversidade, independentemente de raça, nacionalidade ou religião. Já este espaço em negativo no logo ParalÃmpico, que acaba formando duas barras paralelas, significam a igualdade.
O cÃrculo vermelho na parte superior se imagina que é alusivo à bandeira japonesa. Sim, é correto, contudo o elemento significa mais causas. Como o coração batendo e a posição do paÃs geograficamente. Repare também nas formas geométricas em dourado e prata nas extremidades. Fazendo o movimento natural com os olhos nos preenche uma forma circular, e ela abriga todo o desenho, significando um mundo inclusivo, no qual todos se aceitam. O dourado no canto superior da esquerda é uma alusão aos jogos OlÃmpicos realizados em 1964 na mesma Tóquio.
Na tipografia, o nome da cidade e o ano contém uma famÃlia serifada, de agradável leitura. Para a assinatura Paralympic Games foi usada uma famÃlia sem serifa, com caracteres de desenhos bem abertos, complementando a nomenclatura principal.
O resultado ficou ao alcance do esperado na parte conceitual e traz um refinamento, uma seriedade, resgatando até antigos paradigmas que não vinham mais sendo usados em identidades visuais nesse gênero.
Para esta nova temporada de futebol, surgem cada vez mais referências e criativas homenagens aos torcedores prestadas pelos clubes no design dos seus uniformes. O Manchester City lança seu kit número 2 com tributo à canção entoada no estádio na entrada dos citzens em campo. "Blue Moon", música composta nos anos 30 por Richard Rodgers e Lorenz Hart, gravada por artistas como Billy Eckstine e Frank Sintatra, se transformou em um hino informal da torcida azul de Manchester. E a equipe de criação da Nike tratou esse fato como conceito principal e desenhou um lindo uniforme.
Está difÃcil de puxar pela memória algum conjunto que utilizou de forma tão harmônica dois tons de azul. O mais escuro predominante e o mais claro aparecendo em locais estratégicos, como nas extremidades das mangas e meias. Provavelmente eu nunca deva ter visto tal combinação, porque me impressionou!
E onde entra a blue moon neste contexto? Isso fica em evidência na textura das mangas. A lua em sua forma não se localiza ali, mas repare as nuvens que tomam o espaço, num jogo tonal que remete o surgir da mÃtica lua azul. Com certeza o leitor já deve ter vivido a experiência de ver o luar da janela, ou de uma praia, dependendo do dia ocorre dos azulados dominarem a cena.
Voltando a citar o azul claro, ele pontua os padrões da Nike nos conjuntos dessa temporada - listras finas na lateral da camisa e dos calções, as já faladas meias e mangas, preenche a metade do contorno da gola redonda. Também está no logo da fabricante e o patrocinador. E ficou um charme a insÃgnia do City neste tom, contornado pelo escudo que é presente já há algum tempo nos uniformes dos citzens.
A seguir imagens mais detalhadas.
Está difÃcil de puxar pela memória algum conjunto que utilizou de forma tão harmônica dois tons de azul. O mais escuro predominante e o mais claro aparecendo em locais estratégicos, como nas extremidades das mangas e meias. Provavelmente eu nunca deva ter visto tal combinação, porque me impressionou!
E onde entra a blue moon neste contexto? Isso fica em evidência na textura das mangas. A lua em sua forma não se localiza ali, mas repare as nuvens que tomam o espaço, num jogo tonal que remete o surgir da mÃtica lua azul. Com certeza o leitor já deve ter vivido a experiência de ver o luar da janela, ou de uma praia, dependendo do dia ocorre dos azulados dominarem a cena.
Voltando a citar o azul claro, ele pontua os padrões da Nike nos conjuntos dessa temporada - listras finas na lateral da camisa e dos calções, as já faladas meias e mangas, preenche a metade do contorno da gola redonda. Também está no logo da fabricante e o patrocinador. E ficou um charme a insÃgnia do City neste tom, contornado pelo escudo que é presente já há algum tempo nos uniformes dos citzens.
A seguir imagens mais detalhadas.
Quem joga futebol de pelada toda semana, junto de uma boa turma, sempre cogita o seu time com cara própria, algo bacana, original. Que o nome do grupo salte a olhos vistos, juntando a um belo jogo de uniformes. Esse desejo pode muito bem acontecer, um exemplo bem sucedido neste campo são as artes digitais desenvolvidas pelo designer Renato Pacheco, que deixam a tradicional pelada com um estilo a mais.
Renato foi convocado a trabalhar na identidade visual para um grupo amigo na cidade de JundiaÃ, em São Paulo. Com tantas possibilidades à s mãos, acabou resultando em um trabalho triplo, nascendo os logotipos do FC Social, os Dinos e os Highlanders. A linguagem desenvolvida faz surgir imediata identificação... sabem por que? O próprio designer explica:
"Fui procurado por um amigo para realizar um projeto simples: criar um escudo para um grupo que joga sua tradicional pelada toda semana. O grupo é formado basicamente por amigos, irmãos, primos e cunhados, e dentre eles alguns veteranos do futebol. A partir daà veio a ideia de Dinossauros ou Highlanders. Outra caracterÃstica legal levada em conta é a tradicional cervejinha e a socialização do pessoal depois do jogo, gerando os conceitos de Futebol Clube Social e do caneco com cerveja."
Pelada que se preze sempre tem a cerveja e o momento de se socializar, fazer a resenha. Forma e estreita amizades, são horas de puro lazer, no qual o futebol (com ou sem habilidade) possui o protagonismo. O embrião para conceituar e criar surgiu. A socialização pós-jogo aliado à concepção de nomes expressivos. Renato também revelou ao blog a etapa seguinte:
"O processo de criação começou com muita pesquisa de referências em sites de clubes tradicionais, times norte americanos e sites de design.
Após as pesquisas, foram definidas 3 linhas a serem seguidas na criação: um sÃmbolo moderno, mais bem humorado e que remetesse ao lado social; um brasão tradicional, à moda dos clubes antigos, com linhas medievais e caracterÃsticas que remetesse aos Highlanders e finalmente um sÃmbolo no estilos de times norte americanos com o dinossauro."
Com o norte do projeto definido, rascunhos e mais rascunhos, vetorização e a arte-final formando a "trinca" de distintivos de feições contemporâneas, leves e traços de simpatia com bom humor. Na paleta de cores o amarelo e azul são tons primários, coadjuvados pelo preto e branco no FC Social e Highlanders, e pelo vermelho e branco nos Dinos. As três peças têm mesclas e distinções, tudo ao mesmo tempo. Os Dinos e Highlanders conservam o formato externo de escudos clássicos do futebol, o FC Social já tem a armação externa mais fora da normalidade. Entretanto o mesmo em sua totalidade é mais agregador, aproxima o fã do futebol, assim como os Highlanders, e os Dinos com seu mascote quase pulando para fora do brasão tem mesmo essa feição made in USA, mais ágil e arrojada. como o Renato elucidou.
Confira a seguir imagens mais detalhadas do projeto e suas aplicações.
Os templates das camisetas provém do site made-in-china.com
arte
artes marciais
caratê
Artes Marciais Simbolizadas pelo Camaleão e Cegonha
11:29 AMAndy RodriguezNovo visual, próxima era. Parece um velho e batido clichê para mostrar uma renovada identidade visual, um re-branding. Mas tal slogan recai de forma tão adequada na situação do Los Angeles Clippers, franquia da NBA que depois de anos na sombra das derrotas é atualmente das equipes que disputam as principais colocações nos campeonatos. Com Chris Paul, Blake Griffin e companhia levando os Clippers a sonhar alto, era necessário acontecer uma metamorfose visual, para substituir de vez a anterior, simbolizada pelo obsoleto logotipo que se assemelhava bastante ao do co-irmão Lakers.
E ela aconteceu. Os Clippers põem à mesa sua nova identidade visual, que capta fortes e diferentes conceitos, tendo como proposta propagar e solidificar a marca, que hoje tem bastante potencial. Os tradicionais tons azul e vermelho sem mantêm, contudo a intenção do choque se concretiza e é o cartão de visitas do logotipo, que é a mola mestra desse processo.
O logo principal é curioso, ele pode ser "desmontado" e o resultado disso são os logos secundários. É repleto de elementos, vamos destrinchá-los:
1- RaÃzes náuticas no nome
Clipper, o nome que batiza a equipe californiana, é um navio à vela, utilizado principalmente no século XIX. A equipe nasceu na também californiana e litorânea San Diego e mesmo com a mudança para Los Angeles o apelido se manteve. As linhas curvas em azul e vermelho representam o horizonte do oceano. A estrutura tipográfica, também com curvatura em sua estrutura, fazem remeter as velas da embarcação. Falando ainda da famÃlia tipográfica ela vem com a adição da tonalidade preta à paleta, significando um sopro moderno ao que estava antes. Repare dentro do corpo, delicados contornos em cinza, dando volume à composição e também com significado, sendo a linha de prata, aludindo ao otimismo renovado dos torcedores. Energia e otimismo são os aportes principais para vender a marca ao mercado, representada nas mÃdias sociais pela expressão #GearUpLA.
2 - Iniciais que envolvem Los Angeles e a quadra de basquete
A parte da identidade que é mais interessante e conceituada no espectro emocional são as iniciais LAC estilizadas de forma retangular. Separemos ela da bola de basquete, o seu par no grande conjunto do logo principal. O "C" em azul cercando "LA", formando um impactante e pitoresco Ãcone. "LA" cuidadosamente desenhada para representar a quadra de basquete, que é o local sagrado do jogo, o ponto de onde a marca vai se consolidar, com grandes vitórias. E o "C" que abrevia o nome do time envolvendo, abraçando toda a cidade de Los Angeles, com intensidade e carinho, para mobilizar os atuais e conquistar mais fãs.
Os dois uniformes possuem os elementos do recorte gráfico descrito anteriormente. O uniforme principal, predominantemente branco contendo a palavra Clippers com as linhas abaixo dele e o conjunto número 2 em vermelho, saindo do lugar comum tendo do lado direito as iniciais simbólicas LAC e na mesma altura no lado esquerdo o número do jogador. Os números são da mesma famÃlia da nomenclatura. Os kits também têm detalhes listrados nas laterais e nos calções na altura da cintura o logo com a abreviação acompanhada da bola estilizada.
Independentemente das conclusões ao conhecer este projeto, fica clara a forte intenção e mobilização de alçar os Clippers à condição de grande organização na NBA, sair de vez da incômoda sombra que o tradicional e campeão Lakers ainda o faz. Steve Ballmer, ex presidente da Microsoft e atual proprietário, está arregaçando as mangas e divulgando a nova identidade pessoalmente. A primeira aparição foi feita no talk show de Conan O'Brien. Mas também Ballmer está fazendo divulgação na cidade junto com outros membros, como o treinador Doc Rivers. Fora a intensa ação nas mÃdias de internet, reforçando o frescor e otimismo na comunidade de fãs.
Veja a seguir as aplicações da identidade visual que sai novinha do forno, a interação com torcedores e como chama atenção a sua flexibilidade.
O logo principal é curioso, ele pode ser "desmontado" e o resultado disso são os logos secundários. É repleto de elementos, vamos destrinchá-los:
1- RaÃzes náuticas no nome
Clipper, o nome que batiza a equipe californiana, é um navio à vela, utilizado principalmente no século XIX. A equipe nasceu na também californiana e litorânea San Diego e mesmo com a mudança para Los Angeles o apelido se manteve. As linhas curvas em azul e vermelho representam o horizonte do oceano. A estrutura tipográfica, também com curvatura em sua estrutura, fazem remeter as velas da embarcação. Falando ainda da famÃlia tipográfica ela vem com a adição da tonalidade preta à paleta, significando um sopro moderno ao que estava antes. Repare dentro do corpo, delicados contornos em cinza, dando volume à composição e também com significado, sendo a linha de prata, aludindo ao otimismo renovado dos torcedores. Energia e otimismo são os aportes principais para vender a marca ao mercado, representada nas mÃdias sociais pela expressão #GearUpLA.
2 - Iniciais que envolvem Los Angeles e a quadra de basquete
A parte da identidade que é mais interessante e conceituada no espectro emocional são as iniciais LAC estilizadas de forma retangular. Separemos ela da bola de basquete, o seu par no grande conjunto do logo principal. O "C" em azul cercando "LA", formando um impactante e pitoresco Ãcone. "LA" cuidadosamente desenhada para representar a quadra de basquete, que é o local sagrado do jogo, o ponto de onde a marca vai se consolidar, com grandes vitórias. E o "C" que abrevia o nome do time envolvendo, abraçando toda a cidade de Los Angeles, com intensidade e carinho, para mobilizar os atuais e conquistar mais fãs.
Os dois uniformes possuem os elementos do recorte gráfico descrito anteriormente. O uniforme principal, predominantemente branco contendo a palavra Clippers com as linhas abaixo dele e o conjunto número 2 em vermelho, saindo do lugar comum tendo do lado direito as iniciais simbólicas LAC e na mesma altura no lado esquerdo o número do jogador. Os números são da mesma famÃlia da nomenclatura. Os kits também têm detalhes listrados nas laterais e nos calções na altura da cintura o logo com a abreviação acompanhada da bola estilizada.
Independentemente das conclusões ao conhecer este projeto, fica clara a forte intenção e mobilização de alçar os Clippers à condição de grande organização na NBA, sair de vez da incômoda sombra que o tradicional e campeão Lakers ainda o faz. Steve Ballmer, ex presidente da Microsoft e atual proprietário, está arregaçando as mangas e divulgando a nova identidade pessoalmente. A primeira aparição foi feita no talk show de Conan O'Brien. Mas também Ballmer está fazendo divulgação na cidade junto com outros membros, como o treinador Doc Rivers. Fora a intensa ação nas mÃdias de internet, reforçando o frescor e otimismo na comunidade de fãs.
Veja a seguir as aplicações da identidade visual que sai novinha do forno, a interação com torcedores e como chama atenção a sua flexibilidade.






























































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