arte
branding
design
arte
BBC
cartazes
Uma Bela Proposta para Cartazes da Euro '16 por Lewis Parker
6:50 AMAndy Rodriguez
arte
conceitos
desenho
Conceituais e Funcionais Medalhas Paralímpicas Rio 2016
6:29 AMAndy Rodriguez
arte
branding
design
O Salto ao Próximo Nível na Nova Identidade Visual dos Panthers
11:43 AMAndy RodriguezA tradição desde a Copa do Mundo de 2010 continua e a ESPN americana, a matriz, apresenta os cartazes temáticos que ilustrarão a sua cobertura da Eurocopa 2016, edição sediada na França. Tendo o slogan da vez "More than Football" como norte, foi designado ao designer e ilustrador Florian Nicolle dar a cara às peças gráficas, tendo cada seleção participante como tema.
Florian usa estilos mistos ao trabalhar em cada item. É a energia, é a explosão muito presente na arte urbana hoje em dia, com intensos traços, fortes tons e a diversidade em volumes, percebe-se muito isso nos personagens (jogadores) e na tipografia presente no "More than(...)". Ao mesmo tempo dentro dos próprios personagens e ao fundo tem os elementos de artes plásticas, as texturas conseguidas tanto pela tinta a óleo, quanto pela aquarela, resultando em um projeto de muita, mas muita boa qualidade.
Interessante é a escolha de cada jogador-ícone e a palavra, geralmente em cada idioma local para representar os cartazes. Mesmo você não sendo europeu consegue se identificar bem e fácil.
Confira a seguir as imagens. Separamos pelos países que se enfrentarão na primeira fase. Comente qual é o seu favorito.
Grupo A: França, Albânia, Romênia, Suíça
Grupo B: Inglaterra, Rússia, França, País de Gales
Grupo C: Alemanha, Irlanda do Norte, Polônia, Ucrânia
Grupo D: Croácia, República Tcheca, Espanha, Turquia
Grupo E: Bélgica, Itália, Irlanda, Suécia
Grupo F: Áustria, Hungria, Islândia, Portugal
Cartaz geral do evento
arte
automobilismo
capacete
Vettel Com Seu Capacete de DNA Ferrarista em Mônaco
7:02 AMAndy RodriguezA Fórmula 1 sempre foi conhecida por ser a vanguarda em tecnologia dos carros, mas também conservadora em muitos aspectos, um deles atual é de que os pilotos não poderem ficar variando o desenho dos capacetes na temporada. A exceção é Mônaco, o GP mais charmoso da temporada, e o quatro vezes campeão Sebastian Vettel vai à pista na prova de 2016 com o layout de capacete conceituado no dna de materiais clássicos ferraristas.
Assinado novamente por Jens Munser, a peça é uma variação do modelo atual usado por Vettel, contudo as texturas imitam couro e madeira. A presença desses materiais era utilizada nos modelos Ferrari de passeio em seu começo de vida, no final da década de 1940, sendo sim o dna, a origem, o sopro clássico que fez a marca italiana percorrer seu caminho de sucesso.
E não há como negar que o capacete ficou muito, mas muito bem acabado, só para variar hein Jens? Olhar este trabalho é uma imersão, é fazer uma viagem nas referências que o designer buscou e cada um de seus detalhes, a textura do couro, o tipo de tons utilizados para reproduzir a madeira, os pontos representados das costuras. Atenção também para os pontos cromados, presentes no cavalo rampante, no logotipo de Vettel, ambos em cada lado do capacete. Também o número 5 no topo, sobre o fundo de madeira.
Ocorre nesses dias o torneio tenístico de Roland Garros. As quadras parisienses recebem os melhores atletas e o ambiente no entorno por si só já é charmoso. Oportunidade de unir amores com design e uma boa estratégia de marketing, exemplo este de Serena Williams e a Nike, sendo lançado um calçado especialmente para uma das principais tenistas jogar no saibro sagrado, tendo o desenho de algo que ela ama - as rosas.
A fabricante americana desenhou, a partir do modelo Nike Court Flare, um par contendo tons azuis no seu corpo, com desenhos entrelaçados das rosas em sua grande parte em cores quentes. Os contornos das mesmas são em preto, para realçar e facilitar a visualização dos pequenos e detalhados traços. Se localizam no símbolo bumerangue, o famoso "swoosh" e em tiras na parte de tras, no calcanhar, acompanhados das iniciais "SW".
Não temos bola de cristal para sabermos se Serena levará a taça em Roland Garros, mas está com certeza no maior estilo! Deixe seu comentário, gostou do desenho no calçado da tenista?
A temporada atual da NBA se findou para o Utah Jazz e a franquia aproveitou para anunciar mudanças pontuais em sua identidade visual. O seu tradicional grafismo está repaginado, sendo um back to basics de décadas atrás, contendo linguagem contemporânea.
Como primeiro passo, a volta da clássica composição como logotipo principal. A letra J estilizada como um saxofone, com a colorida bola de basquete junto do restante dos caracteres bem trabalhados fizeram e ainda fazem a marca Utah Jazz ser reconhecida. O logo anterior, criado na década de 90 e algumas vezes levemente atualizado, remetia simbolicamente às montanhas rochosas, onde o estado de Utah se localiza. No entanto era um desenho repleto de elementos, porventura pesado, difícil de entrar na mente. Definitivamente não era charmoso, como a palavra Jazz, como a entidade Jazz em todos os espectros merece.
Desta oficialização, foram criados novos logos alternativos, melhor dizendo - variantes e simplificações do principal, tendo como destaque a bola tricolor que sai do J e é circundada por um círculo azul com a inscrição Utah Jazz Basketball. Tal recurso é tendência de design na NBA, lembremos os logos de Toronto Raptors e Washington Wizards.
Novamente falando da inscrição citada antes, podemos notar a família tipográfica na cor amarela. É a base para apresentar a franquia textualmente, servindo também para a aplicação de números e nomes dos atletas nos uniformes. É uma fonte que superficialmente podemos enxergar como square, quadradona, mas ele traz curvas e nuances nas extremidades, sendo extremamente agradável aos olhares.
Dentro do projeto de repaginação foram desenvolvidos quatro uniformes para a quadra, inclusive o chamativo número quatro, denominado Pride. com camisetas de manga e um aspecto bastante retrô, um capítulo a parte. Falando deles no geral, há uma intensa harmonia entre as cores institucionais, dando para perceber elas agindo juntas em partes dos kits, como as laterais das camisetas e calções. O J estilizado aparece na esquerda dos calções. A nomenclatura Jazz, do logo principal (sem o Utah) é presente nos kits 1 (branco) e 2 (azul) e nesses dois conjuntos tem a bola colorida na cintura e no lado oposto o apelido do clube. O kit 3 (verde) traz o nome do estado no peito e de todos é o de aspecto mais minimalista.
Voltando a falar do kit Pride, ele remete demais aos valores visuais de times de basquete e futebol (o soccer) na década de 70. Sobre uma camada base, um azul predominante recaem três grandes faixas no centro da camisa e em uma das pernas do calção. E os tamanhos das faixas como foram trabalhados são vívidos, chamativos, junto com a tipografia numérica e o J do lado esquerdo nos fazem lembrar daquela máxima, de que "recordar é viver".
A última etapa deste processo é o desenho da quadra. Simples, mas carregando elementos fundamentais pensados para a identidade. Laterais e garrafão em azul, com as linhas de marcação e os links de internet em branco. O fundo da quadra, com o nome do time, composto da tipografia textual padrão e na cor amarela. A bola colorida no centro da quadra, e o J presente nas laterais dos garrafões. Se eu fosse jogador me sentiria em jogar bem nesse assoalho, só não mais do que o do Boston Celtics, que também merece um post especial só sobre seus clássicos tacos de madeira. Podem me cobrar por isso.
Converse conosco sobre esse projeto do Jazz, a sua opinião. A seguir imagens mais detalhadas dos uniformes.































































.jpg)





